
sábado, 14 de agosto de 2010
Com a Seca, vem as queimadas.

sábado, 9 de janeiro de 2010
Chuvas, enchentes e descaso com a Natureza

A temporada de chuvas ainda nem terminou mas o saldo de destruição e mortes é alto. A tragédia foi, é, e para sempre será anunciada. Não é de hoje que alarmes são soados, avisando sobre o alto preço que estamos pagando por estarmos destruindo nosso planeta, criando armadilhas para nós mesmos.
É muito triste ler nos jornais, nas revistas ou ver na televisão noticias sobre essas tragédias que assolam nosso país. Mas então, a culpa é de quem? Da chuva? Não totalmente. A chuva sempre existiu, é um ciclo natural. Acontece que modificamos esse ciclo, hoje em dia chove muito em pouco tempo, não existe tempo para assimilação natural das águas pelo impermeabilizado solo ou pelos assoreados rios, uma parcela enorme da chuva não tem mais para onde ir senão o leito dos rios. As cidades, os pastos, as plantações, não seguram água. Serão cada vez mais frequentes inundações históricas por todo o país, a tendência é que os números da destruição cresçam cada vez mais, pois, a mentalidade do ser humano não mudou e dificilmente mudará. Pode ser que uma mudança esteja acontecendo, mas é muito lentamente, é quase imperceptível.
Estamos diante de uma situação grave. Muitas vezes pensamos que aquilo nunca acontecerá conosco, que estamos distantes do problema. Mas a natureza não tem limites, ela tentará o equilibrio, onde quer que necessite. Assim que a temporada de chuvas passar, o assunto será esquecido tão rapidamente quanto uma avalanche de escombros que desce por morros com bases comprometidas por construções. A vida voltará ao normal, exceto para aqueles que perderam casas, carros, vidas, histórias de vida, familias inteiras na tragédia, amigos, esperança. Infelizmente, nos próximos anos teremos a repetição de tragédias, a comoção nacional, a revolta e depois o esquecimento, até a próxima chuva.
sábado, 19 de dezembro de 2009
Frustação em Copenhague


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Brasil - Desmatamento - CO² na Atmosfera


terça-feira, 10 de novembro de 2009
Metas de clima do Brasil para Copenhage

O único ponto definido até agora é o objetivo de reduzir o desmatamento da Amazônia em 80% até 2020. O Ministério do Meio Ambiente defende redução de 40% das emissões até 2020. Os ministérios da Ciência e Tecnologia e das Relações Exteriores – encarregado da negociação diplomática – têm ressalvas a compromissos mais ousados sem que haja contrapartida à altura por parte dos países desenvolvidos.
Na conferência, os 192 países membros da ONU terão que chegar a um consenso sobre o novo acordo global para complementar o Protocolo de Kyoto pós-2012. A negociação – que está travada – é para ampliar metas obrigatórias para os países ricos, incluir os Estados Unidos no regime de controle de emissões de gases estufa e definir compromissos mais efetivos para grandes emissores em desenvolvimento, como Brasil, China e Índia.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva descartou nesta terça-feira (6) que o Brasil adote uma meta de acabar definitivamente com o desmatamento no país. Ele disse que isso não poderia ser feito “nem que o Brasil fosse careca”.
As declarações foram feitas em Estocolmo (Suécia), ao fim da reunião de cúpula Brasil-União Europeia (UE), que teve a questão climática entre os destaques. A reunião ocorre a dois meses da conferência de Copenhague (Dinamarca), em que os países devem chegar a um acordo sobre o clima.
– Eu acho que nem que o Brasil fosse careca poderia assumir o desmatamento zero, porque sempre vai ter alguém que vai cortar alguma coisa.
Hoje, a organização ambientalista Greenpeace fez um protesto em Estocolmo, para exigir que o país adote um compromisso mais ambicioso para a destruição das florestas – a ideia é ter desmatamento zero até 2015.
sábado, 3 de outubro de 2009
Tempo Louco ( isso não é terrorismo)

O GLOBO: ONU: clima aumentará a desigualdade no mundo. Países pobres sofrerão mais o impacto do aquecimento causado pelos ricos.
Folha de São Paulo: Mudanças climáticas vão afetar os mais pobres.